terça-feira, 30 de julho de 2019

Como É E A Importância Da Profissão De Agente De Endemias Básico

As doenças endêmicas são enfermidades que aparecem em locais específicos e geralmente se proliferam em algumas regiões, cabendo aos órgãos públicos combater e eliminar esse mal.

É nesse momento que entra o Agente de Endemias, um profissional que age em prevenir e combater essas enfermidades, orientando as famílias e visitando as casas uma a uma, para detectar possíveis riscos de vetores para eles e a comunidade.

A profissão tem se tornado cada vez mais em alta, já que existem muitos municípios do Brasil que ainda carecem de saneamento básico e qualidade de vida para as famílias. Por isso o profissional Agente de Endemias Básico é tão importante, e neste post, faremos mais sobre sua importância e como seguir com sucesso na área.

Endemias

Antes de entender a profissão e o trabalho de um Agente de Endemias, é preciso entender o que são as endemias. Endemias são doenças localizadas, ou seja, dão apenas em determinadas regiões e na maior parte das vezes não se proliferam para outros locais, causando as epidemias, que abrangem uma região maior e até um país inteiro ou as pandemias, que tem ação global.

Um bom exemplo de Endemia é a Malária, muito comum na região Amazônica e inexistente em outras regiões do país. As endemias em geral são contínuas, ou seja, além de se delimitarem em um único local, elas permanecem por dias, meses, anos e praticamente não possuem fim.

Importância Do Agente De Endemias

Agora que se sabe o que é uma endemia, é mais fácil entender a importância do trabalho do Agente de Endemias. A profissão ficou conhecida nos últimos anos, depois de doenças como a Dengue e Febre Amarela, começarem a atacar várias regiões do Brasil.

O Agente de Endemias procura focos endêmicos em casas, comércios, terrenos baldios, depósitos e lugares abertos, onde haja aparecimento de mosquitos, por exemplo, para o combate correto e principalmente a orientação das famílias e pessoas do local, evitando mais casos de enfermidades na comunidade.

O Agente de Endemias tem as seguintes responsabilidades diárias dentro da comunidade:

  • Vistoria de domicílios, comércios, depósitos e terrenos;
  • Aplicação de inseticidas para o combate dos mosquitos e larvas;
  • Inspeção de caixas d´água, calhas e qualquer área no quintal onde possa haver água parada;
  • Orientação das famílias e responsáveis para manter o cuidado e limpeza e dos perigos e doenças que podem adquirir.

Além da Dengue, Malária e Febre Amarela que citamos, o Agente de Endemias também trabalha no controle e combate das seguintes doenças endêmicas:

  • Chagas;
  • Cólera;
  • Gripe;
  • Tuberculose.

O trabalho deste profissional é tão importante, que doenças como a cólera, foi totalmente erradicada no Brasil, porém as outras, apesar de não haver uma erradicação, estão controladas e tem sido tratadas com sucesso.

Salário, Formação

O Agente de Endemias é um servidor público, logo, contratado pelo estado para trabalhar em regiões específicas do país. O salário médio é entre 1.200 e 1.500 reais e a formação exigida é de ensino médio completo. Para começar na área da saúde e conhecer a comunidade onde vive, é uma boa oportunidade profissional.

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O profissional Agente de Endemias é uma área muito procurada e interessante para quem quer seguir nas atividades do setor da saúde e também uma porta para quem está iniciando no mercado, sendo uma boa oportunidade em concursos públicos, principalmente em regiões afastadas das grandes metrópoles do país.

Sem sair de casa e com certificado no final, faça Curso gratuito online de Agente de Endemias Básico na FBV Cursos e tenha a qualificação necessária para a área para um excelente futuro profissional.

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Escolas tem até o fim do ano para implementar Educação Financeira, entenda os motivos e as vantagens dessa decisão

A educação financeira é um tema necessário, cuja implementação nas escolas do país é obrigatória e deve-se dar até o final de 2019, ou seja, em dezembro deste ano as escolas do país devem estar adaptadas a essa nova fase de acordo com as diretrizes do BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que espera através da aplicação da educação financeira na grade curricular dos alunos melhorar a conscientização financeira da sociedade brasileira sobre temas relacionados a aplicações financeiras, inflação, imposto, juros, entre outros.

Com o ensino estimulando a educação financeira estará favorecendo o estudo que envolve dimensões sociais, culturais, psicológicas, políticas, economia, consumismo, fontes de renda, trabalho, etc.

As mudanças solicitadas pelo BNCC foram aprovadas e devem entrar em vigor no ensino de Educação infantil e fundamental.

Motivos e vantagens da Educação Financeira nas escolas

A coordenadora editorial de Matemática da Conquista Solução Educacional, Lélia Longen Fontana, afirma que as experiências que as crianças e adolescentes vivenciam, tem influência na formação de idéias sobre a cidadania. Sendo a educação financeira associada a construção do perfil do cidadão.

Para a coordenadora, nos dias atuais em que o consumismo é intenso, precisamos estimular o senso crítico dos estudantes em relação ao tema. Além de influenciar as discussões sobre o desequilíbrio nas finanças, taxa de desemprego no país e os efeitos que causa nas famílias brasileiras.

Educar os alunos em relação a finanças é prepará-los para um futuro melhor, contribuindo para sua formação como cidadão, estimulando a capacidade de julgamento, incentivando ao senso crítico diante dos problemas sociais, influenciando no aspecto de crescimento próprio e tomada de decisões. 

No ano passado, o número de cidadãos com contas atrasadas teve um aumento em relação ao ano de 2017. De acordo com o SPC (Serviço de proteção ao crédito), mais de 60 milhões de pessoas tiveram contas atrasadas até o mês de dezembro de 2018 e seguiram com seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) restrito para crédito. Ou seja, praticamente metade da população adulta brasileira, estava com dívidas e restrições no nome. Pensando nisso, o site 2viafatura.com.br elaborou diversas dicas para não atrasar a sua conta.

As principais vantagens de ensinar educação financeira nas escolas são:

Responsabilidade X Sabedoria

Com o senso crítico, o aluno aprende a tomar as próprias decisões e definir quais os gastos são essenciais de acordo com os seus objetivos, educando-os a não comprar coisas desnecessárias e se endividar. Isso estimula o senso de responsabilidade nos alunos, devido as suas atitudes, ou seja, o que fazem com o que recebem.

Liderança

Aprender a liderar as finanças nessa fase, ensina a terem domínio em relação as escolhas que fez, preparando para que tenha decisões mais assertivas quando for adulto.

Autocontrole e racionalidade

Mesmo que a criança não use o que recebeu, como um adulto acha que deveria, deixá-lo ter suas próprias decisões é importante. Uma vez que isso o ajudará a aprender com os erros e se policiar diante dos próximos gastos, estimulando o autocontrole e evitando erros futuros.

Além disso, eles podem começar a desenvolver um senso crítico e melhor raciocínio quando entendem o que dinheiro significa e qual o real preço das coisas, ao compreender o que são juros, aplicações, inflação, entre outros.

Enfim, a implementação da educação financeira nas escolas veio para ajudar as pessoas a administrar melhor sua renda e evitar dividas. O que achou da inclusão da Educação financeira nas escolas? Aproveite o espaço de comentários abaixo e deixe a sua opinião.

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Escolas tem até o fim do ano para implementar Educação Financeira, entenda os motivos e as vantagens dessa decisão

A educação financeira é um tema necessário, cuja implementação nas escolas do país é obrigatória e deve-se dar até o final de 2019, ou seja, em dezembro deste ano as escolas do país devem estar adaptadas a essa nova fase de acordo com as diretrizes do BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que espera através da aplicação da educação financeira na grade curricular dos alunos melhorar a conscientização financeira da sociedade brasileira sobre temas relacionados a aplicações financeiras, inflação, imposto, juros, entre outros.

Com o ensino estimulando a educação financeira estará favorecendo o estudo que envolve dimensões sociais, culturais, psicológicas, políticas, economia, consumismo, fontes de renda, trabalho, etc.

As mudanças solicitadas pelo BNCC foram aprovadas e devem entrar em vigor no ensino de Educação infantil e fundamental.

Motivos e vantagens da Educação Financeira nas escolas

A coordenadora editorial de Matemática da Conquista Solução Educacional, Lélia Longen Fontana, afirma que as experiências que as crianças e adolescentes vivenciam, tem influência na formação de idéias sobre a cidadania. Sendo a educação financeira associada a construção do perfil do cidadão.

Para a coordenadora, nos dias atuais em que o consumismo é intenso, precisamos estimular o senso crítico dos estudantes em relação ao tema. Além de influenciar as discussões sobre o desequilíbrio nas finanças, taxa de desemprego no país e os efeitos que causa nas famílias brasileiras.

Educar os alunos em relação a finanças é prepará-los para um futuro melhor, contribuindo para sua formação como cidadão, estimulando a capacidade de julgamento, incentivando ao senso crítico diante dos problemas sociais, influenciando no aspecto de crescimento próprio e tomada de decisões. 

No ano passado, o número de cidadãos com contas atrasadas teve um aumento em relação ao ano de 2017. De acordo com o SPC (Serviço de proteção ao crédito), mais de 60 milhões de pessoas tiveram contas atrasadas até o mês de dezembro de 2018 e seguiram com seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) restrito para crédito. Ou seja, praticamente metade da população adulta brasileira, estava com dívidas e restrições no nome. Pensando nisso, o site 2viafatura.com.br elaborou diversas dicas para não atrasar a sua conta.

As principais vantagens de ensinar educação financeira nas escolas são:

Responsabilidade X Sabedoria

Com o senso crítico, o aluno aprende a tomar as próprias decisões e definir quais os gastos são essenciais de acordo com os seus objetivos, educando-os a não comprar coisas desnecessárias e se endividar. Isso estimula o senso de responsabilidade nos alunos, devido as suas atitudes, ou seja, o que fazem com o que recebem.

Liderança

Aprender a liderar as finanças nessa fase, ensina a terem domínio em relação as escolhas que fez, preparando para que tenha decisões mais assertivas quando for adulto.

Autocontrole e racionalidade

Mesmo que a criança não use o que recebeu, como um adulto acha que deveria, deixá-lo ter suas próprias decisões é importante. Uma vez que isso o ajudará a aprender com os erros e se policiar diante dos próximos gastos, estimulando o autocontrole e evitando erros futuros.

Além disso, eles podem começar a desenvolver um senso crítico e melhor raciocínio quando entendem o que dinheiro significa e qual o real preço das coisas, ao compreender o que são juros, aplicações, inflação, entre outros.

Enfim, a implementação da educação financeira nas escolas veio para ajudar as pessoas a administrar melhor sua renda e evitar dividas. O que achou da inclusão da Educação financeira nas escolas? Aproveite o espaço de comentários abaixo e deixe a sua opinião.

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Saiba como recorrer a perda do auxílio-doença ou invalidez

Teve o seu benefício cortado e não faz ideia do que pode ser feito para conseguir recebê-lo novamente? Veja como usar o atendimento online do INSS e saiba como recorrer a perda do auxílio-doença ou invalidez!

Desde o ano de 2016, investigações estão sendo realizadas pelo INSS para identificar quem realmente deve receber aposentadoria por invalidez e auxílio-doença. De acordo com o MDS (Ministério Desenvolvimento Social), já foram realizadas mais de 930 mil perícias para revisão dos benefícios concedidos, o que resultou em mais de 560 mil cancelamentos. 

No entanto, se você está incluído entre essas pessoas que tiveram seus benefícios cancelados, saiba que existe a possibilidade de recorrer a essa ação. Confira como nos passos a seguir:

Recebeu a convocação?

O INSS pode realizar convocações por carta ou editais de beneficiários que não passaram pela perícia por mais de 6 meses, exceto idosos com idade de 60 anos ou mais.

Se for convocado é preciso comparecer a revisão que deve ser agendada através do telefone 135. No dia de comparecimento é necessário estar com o RG e CPF em mãos, laudos médicos, exames mais recentes realizados, atestados e demais documentos que comprovem a invalidez ou condição que o impeça de retornar as atividades de trabalho. 

De acordo com essa nova perícia para revisão, o médico deverá determinar se o benefício é prorrogado ou cancelado, há também a opção de encaminhamento a um centro de reabilitação.

O benefício foi cancelado, o que fazer?

Caso não compareça e não faça a revisão, o benefício é cancelado no mesmo mês.

  • Benefício por invalidez com o período de recebimento menor que 5 anos

Com o cancelamento nesse caso, a pessoa deve receber proporcional aos anos antes da revisão, como exemplo, 4 anos recebendo, o mesmo deverá receber antes do cancelamento, por mais 4 meses.

  • Se estiver recebendo a mais de 5 anos o benefício por invalidez

Nesse caso, antes do cancelamento, haverá o recebimento por mais 1 ano e 6 meses, no entanto, os valores são alterados, com valor integral nos primeiros 6 meses, metade do valor nos outros 6 meses e 25% nos últimos meses.

Como recorrer ao cancelamento do auxílio-doença e invalidez

Uma das maneiras de recorrer ao cancelamento desses benefícios é através do recurso. O mesmo deve ser realizado no CRSS (Conselho Recursos Seguro Social), no qual o assegurado deve preencher o formulário INSS e reunir todos os documentos (incluindo RG e CPF, laudos, atestados, receitas e outros) que possam comprovar sua condição, com o prazo de no máximo 30 dias após o corte do benefício. O recurso deve ser agendado através do número de telefone 135, no site do INSS ou em uma agência do INSS próxima a sua residência.

No entanto, a espera para agendamento pode chegar a 6 meses, portanto, enviar os documentos e recurso pelos correios pode ser a melhor opção. Encaminhe para agência onde o cancelamento foi realizado e com aviso de recebimento. Há também a opção de anexar os documentos através do meu INSS, para ser mais prático.

Qual o tempo de duração para julgamento?

De acordo com o MDS, o prazo é de 85 dias após o recebimento do recurso, para que o CRSS julgue o mesmo.  Mas, a espera pode demorar até 1 ano e 6 meses, o que muitas vezes acaba em uma nova perícia médica no INSS.

E você, já precisou recorrer algum desses benefícios? Aproveite o espaço abaixo e compartilhe a sua experiência.

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Saiba como recorrer a perda do auxílio-doença ou invalidez

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Desde o ano de 2016, investigações estão sendo realizadas pelo INSS para identificar quem realmente deve receber aposentadoria por invalidez e auxílio-doença. De acordo com o MDS (Ministério Desenvolvimento Social), já foram realizadas mais de 930 mil perícias para revisão dos benefícios concedidos, o que resultou em mais de 560 mil cancelamentos. 

No entanto, se você está incluído entre essas pessoas que tiveram seus benefícios cancelados, saiba que existe a possibilidade de recorrer a essa ação. Confira como nos passos a seguir:

Recebeu a convocação?

O INSS pode realizar convocações por carta ou editais de beneficiários que não passaram pela perícia por mais de 6 meses, exceto idosos com idade de 60 anos ou mais.

Se for convocado é preciso comparecer a revisão que deve ser agendada através do telefone 135. No dia de comparecimento é necessário estar com o RG e CPF em mãos, laudos médicos, exames mais recentes realizados, atestados e demais documentos que comprovem a invalidez ou condição que o impeça de retornar as atividades de trabalho. 

De acordo com essa nova perícia para revisão, o médico deverá determinar se o benefício é prorrogado ou cancelado, há também a opção de encaminhamento a um centro de reabilitação.

O benefício foi cancelado, o que fazer?

Caso não compareça e não faça a revisão, o benefício é cancelado no mesmo mês.

  • Benefício por invalidez com o período de recebimento menor que 5 anos

Com o cancelamento nesse caso, a pessoa deve receber proporcional aos anos antes da revisão, como exemplo, 4 anos recebendo, o mesmo deverá receber antes do cancelamento, por mais 4 meses.

  • Se estiver recebendo a mais de 5 anos o benefício por invalidez

Nesse caso, antes do cancelamento, haverá o recebimento por mais 1 ano e 6 meses, no entanto, os valores são alterados, com valor integral nos primeiros 6 meses, metade do valor nos outros 6 meses e 25% nos últimos meses.

Como recorrer ao cancelamento do auxílio-doença e invalidez

Uma das maneiras de recorrer ao cancelamento desses benefícios é através do recurso. O mesmo deve ser realizado no CRSS (Conselho Recursos Seguro Social), no qual o assegurado deve preencher o formulário INSS e reunir todos os documentos (incluindo RG e CPF, laudos, atestados, receitas e outros) que possam comprovar sua condição, com o prazo de no máximo 30 dias após o corte do benefício. O recurso deve ser agendado através do número de telefone 135, no site do INSS ou em uma agência do INSS próxima a sua residência.

No entanto, a espera para agendamento pode chegar a 6 meses, portanto, enviar os documentos e recurso pelos correios pode ser a melhor opção. Encaminhe para agência onde o cancelamento foi realizado e com aviso de recebimento. Há também a opção de anexar os documentos através do meu INSS, para ser mais prático.

Qual o tempo de duração para julgamento?

De acordo com o MDS, o prazo é de 85 dias após o recebimento do recurso, para que o CRSS julgue o mesmo.  Mas, a espera pode demorar até 1 ano e 6 meses, o que muitas vezes acaba em uma nova perícia médica no INSS.

E você, já precisou recorrer algum desses benefícios? Aproveite o espaço abaixo e compartilhe a sua experiência.

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